Dois felinos quase extintos fotografados no RJ

Publicidade
Onça parda circula em costa do RJ — Foto: Divulgação/Revimar

Dois felinos fotografados no RJ. Uma onça parda e um gato maracajá, que são animais praticamente ameaçados de extinção, foram flagrados circulando em uma mata em Maricá, na Região dos Lagos fluminense. As imagens foram feitas no Refúgio de Vida Silvestre de Maricá (Revimar), que é uma unidade de conservação.

A onça parda é o maior membro da subfamília dos felíneos (Felinae), medindo até 155 centímetros de comprimento, sem a cauda, e pesando até 72 quilos, com porte semelhante ao do leopardo (Panthera pardus), sendo o segundo maior felídeo das Américas. Risco de Extinção VULNERÁVEL (VU)

gato-maracajá, gato-do-mato, gato-peludo ou maracajá-peludo (nome científico: Leopardus wiedii) é um pequeno felino nativo da América Central e América do Sul. Solitário e noturno, vive principalmente em florestas perenes e decíduas. A espécie se encontra listada como “quase ameaçada” pela IUCN.

Gato maracajá visto em mata do Revimar — Foto: Divulgação/Revimar

Dois felinos fotografados no RJ, durante Pandemia, eram considerados quase extintos

As imagens foram feitas ao longo da pandemia de Covid, com a ajuda de “armadilhas fotográficas”. O trabalho de monitoramento dos felinos começou com a gestora do Revimar, Márcia Freitas, que ficou preocupada com os animais de grande porte em uma área não tão grande.

A administração do Revimar confirmou que, ao todo, foram contabilizados dois gatos maracajás e duas onças pardas na região. Apesar disso, os animais não representam risco para a sociedade.

Dois felinos quase extintos fotografados no RJ
Dois felinos quase extintos fotografados no RJ

“Esses animais não representam perigo para sociedade. Existe um pequeno risco para animais que são criados soltos no entorno do Revimar, como galinhas, porcos e bezerros por exemplo. Vamos iniciar campanha orientando esses proprietários a realizarem medidas que diminuam o risco de ataque como, por exemplo, a colocação de cercas elétricas e recolher os animais no período noturno. Na verdade, existem muitas presas para esses felinos dentro do Revimar e quem corre mais perigo são eles mesmos devido a caça”, afirmou Izar.

Veja neste Post: Brazil Conference

Fonte: G1

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.